rvf, software e mitos

A nova era de frameworks para web

Posted on: 9 de novembro de 2008

Quando conheci Java, no inicio de 2007 durante meu primeiro estágio com desenvolvimento de software, morava ainda em Foz do Iguaçu, foi aquele trilhão de novas informações de uma vez só na cabeça, onde eu mal sabia por onde começar. Consegui aprender a usar alguns frameworks, mas isso sempre me deixou bem impaciente, principalmente pelo motivo de que, quando eu aprendia um novo framework, ou ele mudava de versão com uma nova nada compatível com as anteriores, ou alguém ia lá e criava um novo que entrava na moda, e aí ficava difícil acompanhar. Confesso que até hoje isso me irrita.

A nova era da Internet, conhecida como Web 2.0 começa a colocar para escanteio frameworks baseados em ações, citando alguns conhecidos como: Struts, WebWork, Spring MVC, Mentawai, e mais uns 208420984092… também sobrou para os baseados em componentes e eventos, como: Jsf, Seam, Shale, etc. mas estes ainda vão ter um tempo a mais de mercado, ou conseguirão uma evolução se conseguirem se adaptar.

O problema não é a idéia que os mesmos tentam passar, nada contra action-based x component-based, cada proposta tem seu espaço, o que acontece é uma evolução natural, onde o que vale mesmo é a produtividade em conjunto com a simplicidade. Vejamos: para criar um novo sistema baseado em algum destes citados, você era obrigado a fazer uma quantidade enorme de configuração, baseado numa curva de aprendizado bem grande. Saber Java não faria a menor diferença.

Neste novo ideal surgem propostas como a volta do velho e bom Java para se fazer o que precisa, não importanto o seu ambiente, se é desktop ou web. Tecnologias interessantes começam a tomar destaque perante a comunidade de desenvolvedores, em especial Google Web Toolkit e o Wicket, da Apache, onde o desenvolvimento se torna algo centralizado a linguagem, sem se ater muito a outras coisas, algo bem parecido com o puro Swing. Também aparecem soluções para os nossos amigos lá de cima, onde o esquecido Java Script toma a frente e vira solução para a camada de apresentação como resposta a tecnologias baseadas em stream/flash, contando com uma nova (ou não tão nova assim) legião de membros, como o próprio GWT (que no final das contas, gera JS), ExtJS, JQuery, Prototype, Dojo, YUI, etc. O que esta parte significa? Uma camada bem definida não atada a tecnologia Java necessariamente e compartilhada por comunidades de outras plataformas. O que isso gera? A gama de conhecimento se torna homogênea, e todo mundo sai ganhando.

1 Response to "A nova era de frameworks para web"

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  • Adolfo: Muito bom este post. Acho que tudo isso pode ser resumido em uma única palavra: humildade (isso não significa não defender seu ponto de vista).
  • Adolfo: Olá Robson, Alguns modelos até consegui identificar em alguns projetos que já trabalhei... Com algumas coisas eu concordo e outras não... Q
  • milah: Eu tenho um Amazon L71. Até 2 meses atrás não tive problemas com ele. Já troquei a placa de lan dele, por uma que capta melhor wi-fi. Só que ago
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